Fotos antigas de santo andre sp

Date: 16.10.2018, 13:20 / Views: 51241


   Este é um roteiro abrangente para turistas em visita pela primeira vez. Não consideramos uma visita detalhada nem demorada em cada lugar, mas um percurso geral para ficar com uma ideia da cidade.

   Sinta o ambiente da cidade e fique a conhecer o que de bom há para lhe mostrar:
   O comércio tradicional com as suas lojas características preserva a ancestral tradição mercantil;
   Nas ruas típicas, admire edifícios arquitectónicos e outros com pormenores e aspectos representativos de diferentes épocas e estilos;

   Faça um percurso pelo património religioso e observe o espólio de arte sacra visitando as Igrejas e capelas, de diferentes épocas e estilos, das sete paróquias da cidade e a Catedral da diocese;

   Passeie pelas margens do rio Fervença, corredor que leva à parte histórica da cidade até ao Castelo. Detenha-se um pouco no Centro de Ciência Viva;
   No Castelo percorra as ruas da cidadela; percorra também as muralhas em forma de coração e aprecie a beleza da paisagem num misto entre o urbano e rural.
   Não deixe de visitar o Museu Militar na Torre de Menagem nem o Museu Ibérico da Máscara e do Traje; entre na Igreja de Santa Maria e na Domus Municipalis, monumento românico único na península Ibérica.

   Em seguida, conte com uma visita ao Centro de Arte Contenporânea.
   Entre também na Igreja da Misericórdia e na Igreja de Santa Clara.

   Faça uma pausa no percurso para degustar sabores, experimentar saberes e desfrutar do ambiente social local num qualquer estabelecimento característico desta cidade.
   Relaxe e descanse numa das unidades hoteleiras ou de turismo rural da região ou divirta-se com atividades sugeridas em agenda cultural ou de animação turística.

   Primeiro dia:
   Visite o castelo, a cidadela, a Domus Municipalis, a Igreja de Santa Maria, o Museu Ibérico da Máscara e do Traje e o Museu Militar.
   Fora das muralhas, desça, através do jardim envolvente ao castelo, até à rua de S. Francisco e visite o Convento, o Arquivo Distrital, a Igreja de S. Bento, o edifício do antigo Governo Civil e o Solar dos Sá Vargas. São pelo menos três horas de passeio.
   Tire fotos da paisagem envolvente e adquira alguns “recuerdos ou souvenirs” nas lojas típicas da cidadela.
   O almoço pode ser dentro do castelo, num de seus restaurantes e tome um café no Pub Duque de Bragança.
   Se preferir, no centro da cidade poderá encontrar oferta mais diversificada para os seus gostos.
   Enquanto passeia pelas ruas da cidade, admire edificios emblemáticos de diferentes épocas e estilos arquitectónicos.

   Após o almoço, admire o Solar dos Teixeiras na Rua da Costa Grande e desça até ao Largo do Principal, onde encontrará um edifício típico mandado construir pelo Duque de Bragança em 1594 e onde pode visitar a igreja de S. Vicente, Templo de raíz românica do século XIII, reconstruída no século XVII. Pode também pode ver o monumento aos combatentes da I Grande Guerra 1914-1918.
   Continue em direcção ao típico bairro de Além do Rio, atravesse a ponte e faça o percurso ascendente do corredor do rio Fervença até ao Centro de Ciência Viva.
Detenha-se um pouco na Casa da Seda.

   Caminhe depois em direcção ao espelho de água, no Jardim António José de Almeida, tomando a direcção da Praça da Sé. Aqui admire o cruzeiro da praça, visite o antigo Convento dos Jesuítas e o seu claustro, a Igreja da Sé e o seu espólio de arte sacra. Visite também o Centro Cultural Municipal, a Biblioteca, o Conservatório de Música e o Espaço Memória da Cidade.
   Entre no Centro de Arte Contemporânea e contemple as obras de arte da galeria. Aproveite e faça uma pausa para lanchar no espaço de lazer do Centro.
   Já que está no centro da cidade, aproveite o tempo e faça compras nas lojas do comércio tradicional.

   Para jantar, Bragança dispõe de uma oferta de restaurantes, petisqueiras e casas de pasto característicos, para todos os gostos e bolsas, onde pode degustar menús da boa cozinha transmontana. Encontram-se espalhados por toda a cidade e ainda há mais localizados em algumas aldeias mais próximas.
   Prove das delicias transmontanas e acompanhe com nectar dos deuses. Delicie-se com sobremesas tradicionais caseiras e termine com um “chupito” de licor ou aguardente.
   Maravilha! AH! QUE PINGACHO! É para ficar regalados...

   À noite, passeie pelas ruas do centro e Disfrute do ambiente social da cidade com pub’s, bares e discotecas para todos os gostos e idades, com música ao vivo a projectar grupos da região ou artistas a solo convidados para noites temáticas, ou bem com Dj’s residentes demonstrando todo o seu potencial com os últimos mix da moda.
   Os preços são convidativos. Por vezes há promoções e festas temáticas. Consoante a época do ano, convém consultar a agenda de eventos pois pode haver eventos tais como “ladies night”, festa da espuma, semana do caloiro, carnaval ou semana académica, concentração motard, etc.
   Toca a bombar, pessoal!

   Pernoitar em Bragança, não tendo amigos ou familiares na região, não é uma aventura. A escolha depende do orçamento. Existem parques de campismo e de autocaravanas. Para além destes, Bragança dispõe de uma oferta hoteleira bem equilibrada em termos de qualidade/preço/serviço e de proximidade aos centros de atividades turísticas, de lazer ou de meramente para relaxar e descansar.

   Segundo dia:
   Começe o dia tomando o pequeno almoço na unidade hoteleira escolhida ou num dos cafés ou pastelarias espalhados pela cidade. Normalmente todos têm especialidades e especificidades “sui generis”.
   Visite o Museu Abade de Baçal, baluarte da memória e tradições transmontanas. Seguindo, na mesma rua, admire o antigo Solar dos Pimenteis ou Casa do Arco, não está aberto ao público, mas merece ser observado, mesmo que de fora. Do outro lado da rua, quase em frente, o antigo edífício dos Paços do Concelho, e mais acima, visite também a Igreja da Misericórdia e a Igreja de Santa Clara, junto ao Paço Episcopal. Mais abaixo localiza-se o Seminário de S. José, na Avenida Cidade de Zamora.
   Passe também pelo Museu Etnográfico Dr. Belarmino Afonso, propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Bragança.

   Continue a sua caminhada subindo a rua Emídio Navarro em direcção à Praça Cavaleiro Ferreira onde encontrará edifícios como o Tribunal, os Correios, o Teatro Municipal, zona comercial e ao cimo da Avenida João da Cruz, a Central de camionagem na antiga estação de caminho de ferro. Aqui situa-se o Núcleo Museológico da CP com algumas locomotivas primitivas da linha do Tua e outros objetos relativos à atividade ferroviária.

   Almoçe no Bragança Shopping, no Mercado Municipal ou nalgum dos restaurantes do centro.
   Para relaxar um pouco, visite a Catedral da Diocese e passeie no jardim da zona envolvente. Daí, dirija-se em passeio tranquilo até ao parque do Eixo Atlântico, ou desça até ao corredor do rio Fervença, percorra as suas margens, exercite-se no circuito de manutenção do jardim e visite a Casa do Mel do Parque Natural de Montesinho.
   Em alternativa, dê um passeio até ao jardim da Braguinha e rotunda do Lavrador e aprecie a paisagem. Não deixe de visitar as lojas comerciais da zona ou de saborear uma qualquer especialidade em algum dos cafés da zona.
   Em qualquer das zonas referidas existem parques infantis equipados para o lazer das crianças.

   Se preferir, faça o percurso pela estrada de turismo. Suba ao monte sobranceiro à cidade e observe a paisagem desde os miradouros de S. Bartolomeu e de S. Bento do Nordeste e da Europa. Ficará com uma boa perspectiva da dimensão da cidade. Descendo, visite a igreja do Divino Senhor de Cabeça Boa. Siga em direcção a Castro de Avelãs e visite a igreja do antigo Mosteiro Beneditino. Conheça a lenda e algumas histórias da aldeia. Continue a sua rota em direcção ao alto da Serra da Nogueira e deslumbre-se com a paisagem.

   Se for verão, sugerimos passar a tarde nas praias fluviais da zona ou nas piscinas municipais, nas do Académico de Bragança ou na piscina do Restaurante Ares de Serra.

   Para jantar, sugerimos sair do centro e optar ou pelos restaurantes do circuito da estrada de turismo, sobranceiros à cidade ou pelos restaurantes das povoações vizinhas.
   Teatro, cinema ou diversão fecham a noite. Consulte antecipadamente a programação do Teatro Municipal e o cartaz do cinema. Visite o bar do foyer do Teatro e o Bragança Shopping. Faça um percurso pelos estabelecimentos de diversão nocturna da cidade. Se o tempo permitir, sente-se numa das várias esplanadas dos cafés da cidade ou participe nas atividades nocturnas do Centro de Ciência Viva como os “cafés da ciência” ou observação das estrelas, sobretudo para os mais novos.

   Bem à noitinha, pode ainda petiscar no “Bem Falado”, a casa do Tio Artur, de saudosa memória, ou na Cervejaria Traquina, que terão todo o gosto em servir petiscos da região e as especialidades da casa.
   Quer sejas motard ou nem por isso, não te esqueças de passar no bar do Motocruzeiro, na rotunda de Vale d’Àlvaro.
   E... a dormir ou continuar a curtir até de manhã e ver nascer o sol.

   Terceiro dia:
   No seu último dia, durma até mais tarde. Tome o pequeno almoço reforçado num dos locais indicados ou experimentados nos dias anteriores. Prepare-se para um percurso pela parte rural do concelho e descubra aldeias recônditas com seculares tradições ancestrais e características peculiares no Parque Natural de Montesinho, ou outras na zona sul do concelho.

   Antes de partir, se não preparou a sua visita antecipadamente, sugerimos uma passagem pela sede do Parque Natural de Montesinho no sentido de obter informação útil e prática para uma visita compensatória, bem como sugestões e recomendações dos técnicos.
   Há diferentes percursos para chegar aos pontos turísticos, na maior parte não é preciso veículos TT ou SUV, a não ser que se trate de passeios organizados com requisitos específicos.

   Visitanto a aldeia de Meixedo, suba ao Santuário de Santa Ana e contemple a paisagem em redor. Tire fotos ou filme.
   Compre fumeiro, pão caseiro, outros produtos da terra e souvenirs regionais nas aldeias de Rabal, França ou Montesinho. Detenha-se também um pouco na barragem da Serra Serrada em pleno Parque Natural e sinta a natureza e a biodiversidade à sua volta. Leve binóculos para observar a flora e a fauna autóctone. Pode ter a possibilidade de observar alguns pássaros ou aves de rapina, bem como ter a sorte de se cruzar com algum corço ou veado, lobo ou javali no meio de uma deslumbrante paisagem.

   De Montesinho siga em direcção a Cova de Lua. Faça uma pausa desfrutando de um pic-nic na zona envolvente do santuário da Senhora da Hera. Em alternativa, continue até aos moinhos de Terroso ou até ao Santuário de Santa Rita, freguesia de Espinhosela.

   ''Merenda comida, companhia desfeita'', diz o ditado. Volte ao ponto de partida em Bragança pelos trajetos de Grandais, Donai ou Carragosa.

   Outra alternativa de passeio é o roteiro da Lombada.
   De Bragança dirija-se a Gimonde, onde poderá observar cegonhas e seus ninhos, uma ponte romana, atividades típicas de aldeia e outras relativas ao turismo rural, lazer e restauração. Continuando, cerca de 5 km depois, cimo da “Sapeira” paramos na aldeia de Babe, porta de entrada no planalto da Lombada, aldeia com história desde o tempo dos romanos, vulgarmente apelidada de “balcão da cidade de Bragança”.
   Aqui pode-se visitar o Museu Etnográfico e a Igreja de S. Pedro.

   Em seguida visite Palácios e Caravela com os seus museus etnográficos, moinhos. Aqui escolha uma das duas rotas:
   Seguir por Vila Meã, Deilão, Petisqueira, Guadramil e regressar por Rio de Onor, Varge, Aveleda, Sacoias, Baçal (Aeródromo municipal), Vale de Lamas e chegar a Bragança;
   Ou seguir em direcção a Quintanilha. Maravilhe-se com as paisagens, conviva com a natureza e com a fauna e flora autoctones. Visite a praia fluvial do ''Colado'' e, antes de regressar a Bragança, merende num dos bares ou adega da aldeia.

    O que achou? Dá para conhecer bastantes coisas em 3 dias?! Esperamos que aproveite a estadia!
       Partilhe a sua viagem com os amigos e deixe sugestões no nosso blogue.


   O Parque Natural de Montesinho é uma das maiores áreas protegidas de Portugal, por reunir um conjunto de paisagens naturais, seminaturais e humanizadas de interesse nacional, onde é visível a integração harmoniosa da atividade humana e da natureza. Tem uma superfície de cerca de 75.000 há, com aproximadamente 8500 habitantes distribuídos por 89 aldeias dos concelhos de Bragança e Vinhais. Situa-se em plena Terra Fria Transmontana, integrando duas belíssimas serras – a de Montesinho e a da Coroa.

   Esta área é caracterizada por um relevo de elevações arredondadas e vales profundamente encaixados, com altitudes que variam entre os 438 e os 1481 m. O xisto é a rocha predominante, encontrando-se ainda o granito, rochas ultra-básicas e algumas manchas calcárias.    A diversidade da vegetação é enorme e facilmente observada em percursos de poucos quilómetros. Encontram-se carvalhais, sardoais, soutos, bosques ripícolas, giestais, urzais, estevais, lameiros, etc.
   No que respeita à fauna, pode observar-se uma elevada diversidade biológica que é visível nas mais de 120 espécies de aves nidificantes. Em relação aos mamíferos terrestres, é possível observar 70% das espécies existentes em Portugal. É de destacar a presença de uma das mais importantes populações de lobo-ibérico (Canis lupus sígnatus).

   Para os que apreciam as aldeias mais antigas ou o bucolismo do campo, a vida pastoril, os costumes mais pitorescos e os vestígios de uma arte antiga.

   O Parque Natural do Douro Internacional é um parque natural que abrange a área em que o rio Douro constitui a fronteira entre Portugal e Espanha, bem como o rio Águeda, afluente do Douro. Inclui áreas dos municípios de Mogadouro, Miranda do Douro, Freixo de Espada à Cinta e Figueira de Castelo Rodrigo.
   Da sua fauna podemos observar o Abutre do Egipto, o Melro Azul, o Grifo, o Mergulhão de Crista, o Javali, o Rato de Cabrera, a Víbora cornuda, o Barbo.
   Las Arribes d l Douro são todo um mundo aparte! Já dizia Miguel de Unamuno: ''En uno de los repliegues de ese terreno se ocultan los hondos tajos, las encrespadas gargantas, los imponentes cuchillos, los erguidos esfayaderos, bajo los cuales, allá, en lo hondo, vive y corre el Duero''
   O “Douro Internacional” ou “Arribes del Duero” forma a fronteira natural entre Portugal e Espanha. A sua beleza paisagística e biodiversidade surperam as expectativas: fantásticas!
   A zona agrícola é preenchida com o cultivo de oliveira, amendoeira e citrinos, a par de uma vegetaçao natural de carrascos, sobreiros, lodaos, zimbros, zambujeiros e outras.
   O Douro Internacional foi alvo de aproveitamento hidroelectrico com a construção de diversas barragens ao longo do seu percurso, que neste tramo conta com a de Miranda do Douro, Bemposta e Saucelle com acesso rodoviário entre as margens de ambos países.


Paisagem Protegida da Albufeira do Azibo

   A barragem do Azibo, concebida para o regadio das áreas agrícolas circundantes e para abastecimento de água potável, foi também aproveitada para o lazer e turismo.
   Aqui encontra uma natureza incrível, água com uma temperatura ótima, sem correntes e com praias vigiadas. Um paraíso natural em Portugal, onde a natureza mostra toda a sua beleza e enorme riqueza paisagística e biológica.

   Situada nas margens do rio Azibo, a cerca de 40 kms de Bragança, a praia fluvial do Azibo, distinguida com a Bandeira Azul foi classificada como ''praia para todos'' e ''praia acessível'', dispondo de infra-estruturas de acesso a pessoas portadoras de deficiência e de todos os equipamentos e serviços de apoio a veraneantes.

   Este é um lugar de eleição para os observadores de aves, pois uma grande diversidade de espécies, migratórias ou não, encontrou aqui o seu habitat ideal sazonal ou para o ano inteiro. Nos locais mais altos é possível encontrar águias e cegonhas-brancas. Entre Março e Setembro, podemos ver o tartaranhão-caçador que nidifica no solo e nos maravilha com os seus voos rasantes com manobras acrobáticas. Outras das aves migratórias que aqui se podem observar são: os maçaricos-das-rochas e os mergulhões-de-crista, os patos-reais, as garças, ou os corvos-marinhos-de-faces-brancas ou os borrelhos-pequenos-de-coleira, que de inverno ou de verão fazem das margens desta albufeira a zona mais concorrida.
   Nesta área protegida é possível também encontrar lontras, raposas ou texugos, animais com hábitos noturnos, e talvez, ainda, mesmo que seja só por breves instantes, se consigam avistar corços, esquilos, coelhos ou lebres.

   Por entre os Trilhos do Azibo, adentre-se por esta rede de caminhos pedestres e ciclovias sinalizados, explorando a fauna e a flora da zona, convivendo com uma fantástica paisagem, conhecer os vestígios arqueológicos desde a pré-história à época romana, apreciar o artesanato e participar das tradições, nomeadamente dos Caretos de Podence no Entrudo Chocalheiro.

   A Albufeira do Azibo é uma área de lazer muito apreciada. Aproveite em pleno este agradável microclima. Venha praticar desporto. Experimente remo, windsurf, canoagem ou simplesmente venha refrescar-se, tomar o sol ou passear na praia fluvial da Fraga da Pegada, de qualidade reconhecida pela bandeira azul da Europa.


Parque Natural do Lago da Sanábria
   Em Ribadelago, Puebla de Sanábria, Espanha situa-se o Parque Natural do Lago da Sanábria, de grande beleza. Bragança está a um passo, a cerca de 35 minutos de carro. Em dias céu limpo, olhando para norte, daqui avistam-se os seus picos, a partir dos 1.000 metros de altitude, juntamente com Peña Trevinca, o seu maior pico, a 2.124 metros de altitude.
   Neste parque natural, a água, as serras e grandes matas de carvalhos se misturam de tal forma que tornam todos os seus cantos imensamente belos.

   O lago de Sanabria é o ex-líbris do parque inserido no vale do imponente rio Tera, subafluente do rio Douro, que pelo seu percurso conhece várias barragens, desde a sua nascente em Peña Trevinca. Não muito distante daqui, na Serra Segundera, nasce o rio Tuela, um dos rios que formam o rio Tua.
   Este grande lago é o maior lago de origem glaciar da Península Ibérica. Envolto por grandes serras, muitas lagoas de montanha, algumas cascatas como as imponentes cascatas de Sotillo e uma flora e fauna diversa que tornam o cenário único. A mascote do parque é a lontra, mas também se podem encontrar nos seus bosque, corços, veados, gato montês, águia real e, claro, o lobo ibérico, que domina estas paragens.

   Ao lado, encontram-se a Reserva Regional de Caza da Sierra de la Culebra e o Parque Natural de Montesinho, em Portugal que, no seu conjunto, fazem um espaço ímpar na região. A Sierra de la Culebra tem a maior densidade de lobos da Península Ibérica, mais de mil veados e cerca de 500 corços.
   Quem gosta de natureza não pode deixar de conhecer a região. Apreciar as paisagens, a flora e observar a fauna local são enormes atrativos. Aconselha-se a observação de veados entre Setembro e Outubro, altura da Brama, espetáculo soberbo e de fácil observação.
   No Parque Natural da Sanábria todas as estações do ano têm um encanto especial: no Inverno, o lindo agreste, na Primavera o degelo, no Verão as praias do lago e no Outono as cores.

   A região ficou tragicamente marcada a 9 de Janeiro de 1959, quando a barragem de Vega de Tera rebentou e milhões de litros de água se espalharam pelo desfiladeiro do rio Tera. Em Ribadelago há um monumento que recorda o triste dia da perda de 144 vidas e deve merecer uma visita. Da aldeia antiga poucas casas escaparam, juntamente com o campanário da igreja.


   Em Foz Côa, nos Vales dos rios Côa e Douro, foi descoberto um elevado número de gravuras rupestres do Paleolítico Superior.
   Pastores e moleiros da zona sempre conviveram com tais gravuras e até mesmo alguns deles, deixaram as suas próprias criações ao lado dos que os antecederam em cerca de duzentos séculos ou mais. Já na década de 1930, o médico, escritor e autarca fozcoense, Dr. José Silvério de Andrade, dava notícias de algumas gravuras, que descobrira, ao conceituado Abade de Baçal, através de um artigo seu num jornal de Mirandela.

   Em 1995, a ''descoberta'' oficial de tais achados resultou da sequência dos trabalhos incumbidos pela EDP, concessionária da barragem, entretanto em construção no rio Côa, ao arqueólogo, Dr. Nelson Rebanda e à sua equipa.
   Após a declaração da suspensão da construção da barragem, o Vale do Côa e os diversos ''sítios'' entretanto identificados ao longo de 17 quilómetros, recebia a classificação de monumento nacional e que foi considerado pela UNESCO como Património Cultural da Humanidade por se tratar do ''maior museu ao ar livre do Paleolítico, de todo o mundo, segundo os entendidos.

   O Parque Arqueológico do Vale do Côa (PAVC), sediado em Vila Nova de Foz Côa, gere todas as visitas e é a entidade junto da qual devem ser feitas as respetivas inscrições para o efeito. A visita requer marcação prévia. Não obstante os variados ''sítios'' com gravuras, encontram-se organizadas as seguintes visitas:
●  Núcleo da Canada do Inferno (a partir de Vila Nova de Foz Côa);
●  Núcleo da Penascosa (a partir de Castelo Melhor);
●  Núcleo da Ribeira dos Piscos (a partir de Muxagata).


   A seguir, deixamos algumas sugestões sobre alguns miradouros e pontos de interesse em Bragança.

  ● Um pouco por todo o concelho de Bragança, o castanheiro em flor (mês de Julho);
  ● As extensões de carvalhos na área da Serra de Nogueira;
  ● Os olivais de Izeda, Macedo do Mato e Sanceriz, na floração (Junho) e com o fruto maduro (Dezembro);
  ● Um pouco por todo o concelho e distrito, o castanheiro em flor (mês de Julho);
  ● A neve nas Serras de Nogueira e Montesinho (meses de Dezembro/Janeiro);
  ● Percurso desde a aldeia de França ao viveiro das trutas, no P. N. M.;
  ● Subida para a aldeia de Pombares, na estrada que deriva em Quintela de Lampaças;
  ● Castelo-Cidadela;
  ● Miradouro de S. Bartolomeu;
  ● Miradouro de S. Bento;
  ● Alto da Serra de Nogueira;
  ● Alto da Serra de Montesinho;
  ● Santuário de Nossa Senhora do Carmo, em Parada;
  ● Santuário de N. Senhora do Aviso, em Serapicos;
  ● Santuário de Santa Ana, em Meixedo;
  ● Percurso da estrada E.N. 206 Bragança – Torre Dona Chama.
  ● Visite também a zona da Lombada e suas aldeias, gentes e tradições.


Feiras
✔ FEIRA DOS GORAZES, em Mogadouro;
✔ FEIRA DA ALHEIRA, em Mirandela;
✔ EXPO TRÁS-OS-MONTES, organizado pelo NERBA (Núcleo Empresarial da Região de Bragança), em Bragança;
✔ NORCAÇA, NORPESCA E NORCASTANHA, em Bragança;
✔ FEIRA DA CAÇA E DO TURISMO, em Macedo de Cavaleiros;
✔ FEIRA DE S. PEDRO, em Macedo de Cavaleiros;
✔ FEIRA DO FOLAR, em Izeda - Bragança;
✔ TERRAFLOR, em Vila Flor;
✔ FEIRA DA MAÇÃ E DO VINHO, em Carrazeda de Ansiães;
✔ FEIRA DA CEREJA, em AlFândega da Fé;
✔ FEIRA DOS MORANGOS, em S. Pedro velho - Mirandela;
✔ FEIRA DO FUMEIRO, em Vinhais;
✔ FEIRA TRANSFRONTEIRIÇA, em Freixo de Espada à Cinta;
✔ SOPAS E MERENDAS, em Freixo de Espada à Cinta;
✔ FEIRA MEDIEVAL, em Torre de Moncorvo;
✔ SABORES MIRANDESES, em Miranda do Douro;
✔ FEIRA DOS GRAZES, em Sendim - Miranda do Douro;
✔ FEIRA DAS ARTES E OFÍCIOS, em Vimioso;



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